Prefeito Dinha defende planejamento para não faltar recursos em Simões Filho


O prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino, esteve na Rádio Sociedade da Bahia nesta sexta-feira (20/07) e falou sobre a situação financeira do município. O mandatário explicou que conseguiu aumentar a arrecadação em mais de 10% nos 18 meses de gestão.

Diógenes Tolentino (Foto: Arquivo)

Na entrevista, Dinha afirmou que o município teve “uma elevação em torno de 11 a 12% da receita própria” e que a meta é chegara 25% sem elevação de impostos. Atualmente, de acordo com o prefeito, o município arrecada em médica R$ 25 milhões, R$ 450 milhões totais nestes 18 meses. Mas o prefeito ressaltou que os salários consomem R$ 15 milhões da receita bruta mensal.

“Nós conseguimos aumentar um pouco organizando o setor fazendário, mas temos uma folha de pagamento, ainda com os terceirizados, em torno de quase R$ 15,5 milhões”, explicou.

Segundo Dinha, a maior dificuldade é em relação aos servidores da educação. Ele lembrou que houve reajuste de salários e contratação de profissionais, mas ressaltou que ainda há a necessidade de um aumento na arrecadação para manter a estrutura.

“Quando nós assumimos, tinha diversas escolas sem professores, sem funcionários. Ao longo destes 18 meses estamos colocando toda casa em dia em relação a profissionais. Sabemos das dificuldades e inclusive tive uma reunião essa semana com alguns professores. Coloquei para eles a minha preocupação em fazer um reordenamento da rede, porque não tem como manter a estrutura da educação no município com a arrecadação que tem”, disse.

Para isso, Dinha defendeu um planejamento “a curto, médio e longo prazo” e que não se pode descuidar dessa etapa para não faltar os recursos necessários para manter coias básicas, como o sistema de educação.

“Não podemos descuidar do planejamento, porque vai faltar recurso lá na frente para pagar salário de professor se a gente não tomar providências de uma forma assim corajosa. É difícil, não só para mim, mas para todas as prefeituras os prefeitos estão passando por dificuldades”< defendeu.